ES Farol Santa Luzia (Passeio Grátis)

Farol Santa Luzia (Passeio Grátis)


Sobre o Local e Visitação

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    Como um dos principais pontos turísticos, o farol Santa Luzia está localizado na cidade de Vila Velha, no Estado do Espírito – Brasil. Um lugar público que é guarnecido pela marinha do Brasil e forças do estado, como a polícia militar e guarda municipal do Estado.

 
    Esse farol é aberto e gratuito para visitação. É aberto todos os dias com exceção nas segundas-feiras. Os horários para visitação é 09:00 da manhã até às 16:30 da tarde. Quando chegar à entrada do portão do farol, precisará assinar em um caderno o seu nome e local que reside para computar a quantidade de visitantes que vão àquele lugar.
    Essa torre branca tem 14 metros de altura e os feixes de luz alcançar a um pouco mais de 60km de distância. 
    Esse lugar é um perfeito para ir contemplar à vista do mar Atlântico. É possível observar, à esquerda da torre, ao qual é o lado da âncora, a cidade de Vitória – ES (cidade vizinha). Essa vista costeira abrange os municípios de Vila Velha, Vitória e Serra. Um bom lugar para ir só ou com a família. Local super preservado, dando o conforto para o visitante poder sentar, observar, e com certeza, tirar bonitas e lindas fotos, principalmente em um dia ensolarado.
    Envolta do Farol, principalmente na esquerda e direita do mesmo, encontra-se dois deck de madeira, seguros, com lunetas para observar embarcações, ilhas, objetos à distância. Eles são gratuitos também, sem precisar adicionar uma moeda sequer. Confessamos que a clareza das lunetas não são 100%, porém é possível ver, e remete ao passado, como os marinheiros observavam a chegada de uma embarcação amiga ou inimiga.

    Quando entra pelo portão, faz lembrar uma pequena vila preservada

 

. O local é pequeno, e se houver uma grande de pessoas visitando, precisará ter um controle de entrada. Na Área, o visitante pode contar com a orientação de qualquer servidor, como um marinheiro. Há entradas que são destinadas somente para pessoas autorizadas.

    É possível observar nos muros perto do Farol Santa Luzia, placas vermelhas com descrição e representação dos tipos de nó que os marinheiro fazem. Vejas as fotos:

Perto da entrada, onde fica próximo à loja de coveniência de lembranças, há uma sala de história do local, totalmente desenha com pequenos trechos da história do local. Veja as imagens e o que foi escrito abaixo:

    História

    Em 1501 André Gonçalves partia de porto do Tejo em Portugal para a Terra de Santa Cruz, no Brasil ,  trazendo consigo o navegador e Geográfico  Américo Vespúcio. Chegaram à costa Brasileira no dia 7 de agosto de 1501, onde hoje o estado do Rio Grande do Norte. Fazendo sondagens, partiram para o sul, traçando cartas, roteiros, tomando nota e dando nomes cristãos aos diversos acidentes geográficos: Cabo de São Roque, Cabo de Santo Agostinho, Rio São Francisco, Baía de Todos os Santos e o Cabo de Santa Luzia, 13 de Dezembro de 1501. Por fim Cananéia, último ponto da costa estabelecida por Américo Vespúcio. 

    Américo Vespúcio, mercador, Navegador, cosmógrafo e Explorador de oceanos , viajou pelo então mundo novo a serviço dos reinos de Portugal e Espanha. Representante dos armadores florentinos, encarregou-se, em Sevilha, do aprisionamento de navios para a segunda e terceira viagens de Colombo. Foi o primeiro a demonstrar que o Brasil e às Indias  Ocidentais não representavam regiões periféricas do Leste da Asia, como pensou Colombo, mas massas de terras totalmente separadas. O Novo Mundo, este super continente, passou a se chamado de “América”, versão feminina do primeiro nome de Vespúcio. 

    A entrada da Baía do Espírito Santo para o porto de Vitória, sempre foi muito perigosa por conta dos bancos de areia e pedras que são escondidas pela maré, proporcionavam o encalhe das embarcações. Do alto do morro da Penha, mantinham-se luzeiros, que eram tochas de galharia besuntadas de óleo de baleia ou peixe boi. Mais tarde, bandeiras e tochas faziam a comunicação entre os morros do Moreno, Penha, Penedo e outros morros até o porto de Vitória. Os morros da Penha, Moreno e Mestre Alvaro foram referências náuticas por muito tempo.

    Em 1808, com a vinda da família real para o Brasil e abertura dos portos, aumenta o tráfego marítimo, motivando a implantação de sinais náuticos sob a responsabilidade da Junta de Comercio, Fábricas e Agricultura. Com a Proclamação da Independência, essa tarefa foi assumida pela recém criada Marinha do Brasil. Em 1876 é criada a Direção de faróis, órgão se transformaria no Centro de Manutenção e Reparos Almirante Moraes Rego, responsável aut pela sinalização náutica brasileira desde 1967. Os problemas de iluminação da costa do Brasil já eram conhecidos, e em 1868, o engenheiro militar, cearense, Zózimo Braulio Barroso publicou, em Londres, sua obra Pharoes: Estudo sobre Iluminação da Costa do Brasil. Em 1870, Zózimo, elaborou plantas para a instalação de faróis no Brasil, solicitadas pelo Barão de Colegipe, então Ministro da Marinha.

    No início de 1871, aportou na praia de santa Luzia (“Praia secreta” 2015) o iate “Helena”, trazendo o farol em partes desmontadas para futura instalação no pontal de rochas. A mão de obra para a montagem, pedreiros e serviços de cantaria foram trazidas do Rio de Janeiro. Chapas e peças foram rebitadas e aparafusadas, assim, como a máquina de funcionamento em peças tipo de relojoaria e a escada em ferro fundido. A fonte de luz foi gerada com diversos combustíveis: óleo de baleia, de peixe boi, gás acetileno, querosene e hoje por energia elétrica, utilizando lâmpada.

    Em meados do século XIX, o governo imperial, observando o crescimento da navegação costeira nacional e do número de embarcações no porto de Vitoria, inicia estudos para dotar a entrada colocada da barra com farol, por meio da Marinha. Pensaram colocá-lo na Ilha de Boi, mas o local escolhido foi o Pontal de Santa Luzia, obra determinada pelo Barão de Cotegipe. A construção acompanhada e fabricada a cargo de Zózimo Barroso. O farol de formato prismático, cabine envidraçada e varanda ao redor, com indicações dos pontos cardeais e para-raio foi inaugurado em 7 de setembro de 1871. O conjunto de ferro forjado, com 12,5 m, veio de Glasgow forjado pela empresa P&W, aparelho lenticular fixo de quarta ordem da Barber & Fenestre, de Paris, era o que havia de melhor em sinalização náutica.

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